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Especialistas na Educação Bilíngue

Especialistas são unânimes em dizer que a infância é o melhor período para se aprender uma segunda língua. “Na infância o cérebro se desenvolve numa velocidade impressionante. A inserção de estímulos ambientais nessa fase amplia as conexões neuronais facilitando o aprendizado”, explica a psicóloga Daniela Moura. Para ela quanto mais cedo começar o aprendizado melhor, pois a criança terá menos chances de adquirir sotaque do idioma que estuda.
Fonte: Instituto de Psicologia da USP

 

"A idade ideal para aprender a segunda ou terceira língua é aproximadamente até os 3 anos. Dos 3 aos 8 anos é o segundo melhor momento, pois a janela de oportunidade ainda está aberta."
Adriana Foz, psicopedagoga especialista em neuropsicologia.
Fonte: Estado de S. Paulo
 

"(...) Até os 6 anos, a criança aprende diferentes línguas de maneira uniforme, como se elas fossem um pudim. Se for exposta a três idiomas, as relações semânticas e sintáticas de todos estarão integradas, e ela terá facilidade de usar os três ao mesmo tempo", diz Marcelo Mazza,doutor em Física Médica. Depois dos 6, cada língua é separada em uma estrutura diferente. "Em vez do pudim, temos waffers", afirma o especialista. Cada idioma novo faz interface com o antigo, em camadas. Por exemplo: se você aprende inglês, a interface será com o português. Se, mais tarde, você aprende francês, a interface será com o inglês, não com o português. É por isso que, no curso de francês, por exemplo, você se lembra primeiro da palavra em inglês, para depois lembrar dela em português. 
 
Fonte: Revista Crescer
 

(...) Os cientistas dizem que experiência bilíngue melhora as funções do cérebro como ignorar distrações, mudar o foco e manter informações na mente, das crianças.Falar duas línguas tem benefícios práticos óbvios em um mundo cada vez mais globalizado. Ser bilíngue, ao que parece, torna a criança mais inteligente. Falar mais de um idioma pode ter um efeito profundo em seu cérebro e melhorar as habilidades cognitivas não relacionadas à linguagem.(...)
Ana Laura Esteves, graduada em Letras Licenciatura em Inglês com especialização em Psicopedagogia Clínica e Institucional.
Fonte: site Família.com.br
 

Época: Qual a idade ideal para uma criança começar a aprender uma segunda língua? 
Virgínia Garcia: Pesquisas científicas revelaram que uma criança pode ser exposta e começar a ter uma predisposição para a aprendizagem desde a vida intra-uterina. Mas o mais importante é a motivação da criança, quando ela percebe que outras línguas podem ampliar sua ligação com o mundo exterior. 
 
Época: Por que ela tem mais facilidade para assimilar outro idioma? 
Virgínia: A criança possui um aparelho fonético inteiramente preparado para o aprendizado de qualquer som em qualquer idioma. Sem mencionar a tolerância infinitamente maior perante a ambigüidade de um novo idioma. Para a criança, até a sua própria língua-mãe é um mundo a ser explorado. 

Época: É recomendável que os pais dominem o idioma estrangeiro que a criança esteja aprendendo? 
Virgínia: Não. O importante é que os pais compreendam e aprovem a abordagem de ensino que está sendo utilizada e possam oferecer incentivo constante para ela. 
 
Virgínia Garcia, formada em Letras pela UFRJ. Mestrado em gerenciamento de escolas de língua inglesa. 

Fonte: Reportagem publicada pela revista Época
 

“Especialistas são unânimes em dizer que a infância é o melhor período para se aprender uma segunda língua. “Na infância o cérebro se desenvolve numa velocidade impressionante. A inserção de estímulos ambientais nessa fase amplia as conexões neuronais facilitando o aprendizado”, explica a psicóloga Daniela Moura. Para ela quanto mais cedo começar o aprendizado melhor, pois a criança terá menos chances de adquirir sotaque do idioma que estuda.(...)
 
Um recente estudo realizado por pesquisadores da Universidade de Granada, na Espanha, indica que o bilinguismo ajuda na memória e na atenção. Segundo os pesquisadores, saber dois idiomas possui mais vantagens do que apenas a facilidade em comunicar-se. (...)
 
O estudo acrescenta ainda que os bilíngues utilizam mecanismos de atenção muito mais vezes do que os monolíngues e são capazes de trabalhar melhor em situações de tomada de decisão e em situações de distração.”

Fonte: Redação do Portal Eband
 

“(...) Ao contrário do que se poderia pensar, em vez de instalar a confusão linguística, o bilinguismo melhora o funcionamento do cérebro e o modo como o sistema nervoso reage aos sons. Essa foi aliás a conclusão de uma investigação, realizada por um psicólogo da Universidade Penn State (Estados Unidos), que sugere que falar mais de um idioma mantém o cérebro em forma e reforça a função mental. Outro estudo da Universidade de York (Canadá) sustenta que pessoas bilingues podem retardar o desenvolvimento de Alzheimer e que as crianças que falam de forma fluente mais do que uma língua são melhores a organizar tarefas. (...)
 
A melhor forma de ensinar uma segunda língua a uma criança é imergindo-a nesse idioma. Se tiver a sorte de pertencer a uma família bilingue, os pais não devem perder a oportunidade de forçar o diálogo nas suas línguas maternas. Se não for esse o caso, a alternativa é inscrever as crianças numa escola de línguas ou num colégio de ensino bilingue.(...)”
Escrito por Catarina Madeira

Fonte: Revista Pais e Filhos
 

“(...) “Uma escola bilíngüe é aquela que faz com que o aluno fique imerso no universo sonoro de um segundo idioma. Ele recebe estímulos na segunda língua, e da mesma maneira que imita os gestos dos adultos que o rodeiam, reproduzirá os sons que ouve. Mas a definição de Educação Bilíngüe não fica reduzida à questão fonética, ela aborda aspectos paralingüísticos valiosos, como, por exemplo, a abertura à diversidade cultural contida nas estruturas das línguas.”(...)
 
“Na hora de escolher por uma escola bilíngüe, os pais precisam observar certas características: quanto tempo de exposição ao segundo idioma terá o filho, qual a formação dos professores contratados, qual o nível de fluência no segundo idioma desses profissionais, qual o material utilizado e, o mais importante, visite a escola em horário de funcionamento, vá até as salas de aula. Aí você terá certeza se a escola realmente atende à proposta da Educação Bilíngüe”, explica a presidente da OEBi.(...)
 
Após freqüentar uma escola bilíngüe, o aluno, ao atingir a adolescência, será bilíngüe no sentido amplo da palavra. “Ele saberá ler, escrever, falar e produzir textos da mesma forma como faz no idioma materno, fluentemente. Se ele quiser continuar os estudos fora do País, terá absoluta aptidão para isso”, finaliza Eliane.”
Por Vagner Apinhanesi - EDUCAÇÃO BILINGUE

Fonte: site Pediatria em Foco
 
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